Aparelho de laser CO₂ fracionado
Resurfacing, rejuvenescimento e ginecologia regenerativa
1 aparelho
Por tecnologia
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Aparelhos de laser para estética emitem luz concentrada em comprimentos de onda precisos, escolhidos conforme o alvo na pele: água, melanina, hemoglobina ou pigmento de tatuagem. O alvo define a função: um laser de rejuvenescimento, um de depilação e um de remoção de tatuagem diferem no comprimento de onda e na duração do pulso. A linha laser da Bioset tem seis famílias, do CO₂ fracionado à laserterapia de baixa potência, e cada uma tem página própria com indicações e critérios de compra.
Por família
Cada família tem página própria, com comprimento de onda, indicações, cuidados e o aparelho Bioset correspondente.
Resurfacing, rejuvenescimento e ginecologia regenerativa
1 aparelho
Rejuvenescimento não ablativo e tratamento de discromias
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Remoção de tatuagens e lesões pigmentadas
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Remoção de vasinhos de forma não invasiva
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Múltiplos comprimentos de onda para todos os tipos de pele
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Laserterapia de baixo nível para bioestimulação
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Limpar busca e filtrosLaser é luz monocromática, coerente e colimada: um só comprimento de onda, em feixe concentrado. O efeito na pele depende de três variáveis. O comprimento de onda define qual estrutura absorve a energia, o chamado cromóforo. A fluência, medida em J/cm², define quanta energia chega a cada área. A duração do pulso define se o calor fica restrito ao alvo ou se espalha para o tecido vizinho.
O princípio que organiza essas escolhas é a fototermólise seletiva: o pulso deve ser mais curto que o tempo que o alvo leva para perder calor. Um folículo piloso, um vaso e uma partícula de tinta têm tamanhos muito diferentes, por isso pedem pulsos que vão de milissegundos a nanossegundos. Na laserterapia de baixa potência a lógica é outra: potências de miliwatts e efeito fotoquímico, sem aquecimento relevante do tecido.
As seis famílias de laser estético, em resumo:
A escolha começa pelo alvo que a clínica quer tratar e pelo perfil de pele dos pacientes. Rejuvenescimento com efeito intenso por sessão pede CO₂ fracionado; com recuperação curta ou foco em manchas, a opção é o laser thulium e erbium. Tatuagem e micropigmentação ficam com o Q-Switched, e vasinhos, com o laser de 980 nm. Na depilação, quem atende fototipos variados ganha com um equipamento de mais de um comprimento de onda.
O fototipo pesa em todas as decisões. Quanto mais melanina na epiderme, maior a competição com o alvo e maior o risco de mancha ou queimadura. Comprimentos de onda longos, como 1064 nm, e densidades menores nos lasers fracionados são os recursos usuais para peles mais escuras.
Critérios que valem para qualquer família de laser:
Nos lasers de alta potência, algumas contraindicações se repetem: gestação, infecção ou herpes ativo na área, pele bronzeada, medicamentos fotossensibilizantes, tendência a queloide e lesões pigmentadas ou suspeitas sem diagnóstico médico. A página de cada tecnologia detalha os cuidados específicos.
A sala também precisa de preparo: porta sinalizada durante o uso, superfícies sem reflexo e exaustão da fumaça nos lasers ablativos.
Depende do tipo de laser e do que a regulamentação de cada categoria profissional permite. Lasers ablativos e procedimentos cirúrgicos têm exigências diferentes das da laserterapia de baixa potência. Confirme a habilitação para cada procedimento antes de investir no equipamento.
Seja qual for a formação, o operador precisa de treinamento em segurança do laser e nos parâmetros do aparelho que vai usar.
Dúvidas comuns
O laser ablativo, como o CO₂ de 10.600 nm, vaporiza parte do tecido: o efeito por sessão é maior e a pele leva alguns dias para se recuperar. O não ablativo, como os de 1550 nm e 1927 nm, aquece e coagula sem remover a superfície, com recuperação mais curta e, em geral, mais sessões. Os dois tipos podem ser aplicados de forma fracionada.
Sim, e os óculos precisam ser próprios para o comprimento de onda emitido, com a densidade óptica indicada pelo fabricante. Um modelo feito para um laser não protege contra outro. Nos lasers de alta potência, operador, paciente e qualquer pessoa na sala usam proteção, porque reflexos também oferecem risco. Na laserterapia de baixa potência, a proteção ocular vale para operador e paciente.
Na fisioterapia, o mais usado é o laser de baixa potência, aplicado na técnica conhecida como fotobiomodulação: luz vermelha e infravermelha, em potências de miliwatts, sem aquecer o tecido. Ele entra em protocolos de dor e de reparo tecidual. Na Bioset, o aparelho dessa família é o Airmed Ilib, apresentado na página de laserterapia ILIB.
Não, porque cada alvo absorve a luz de um jeito e nenhum comprimento de onda serve para tudo. Alguns equipamentos reúnem mais de uma fonte, como o Joovier, com 1550 nm e 1927 nm, e o OmniLight, com 755, 808 e 1064 nm. Mesmo assim, a clínica costuma montar o portfólio de lasers a partir das indicações que mais atende.
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