Aparelho de laser CO₂ fracionado
Resurfacing, rejuvenescimento e ginecologia regenerativa
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Um aparelho de jato de plasma forma um microarco elétrico entre a ponteira e a pele, sem contato direto, e produz pontos de sublimação na camada superficial. A lesão térmica controlada provoca retração imediata e dá início ao reparo do tecido. Os usos mais comuns são rugas finas, perda de firmeza em áreas pequenas, cicatrizes atróficas e melanoses solares. O PlasmaSkin, que a Bioset fabrica em Rio Claro (SP), é portátil, pesa 830 g e trabalha em modo contínuo ou pulsado.
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Limpar busca e filtrosPlasma é um gás ionizado, conhecido como o quarto estado da matéria. No jato de plasma estético, a ponteira fica muito perto da pele, sem tocá-la. A diferença de potencial ioniza os gases do ar nesse espaço e gera um pequeno arco elétrico, que atinge a pele em pontos.
Onde o arco toca, o calor vaporiza uma porção mínima da camada superficial, efeito que o mercado chama de sublimação, e deixa uma microcrosta. Parte do calor se difunde para o tecido vizinho, em extensão que depende da intensidade e do tempo em cada ponto. A lesão controlada provoca contração imediata e, nas semanas seguintes, estimula fibroblastos e a produção de colágeno durante o reparo.
O profissional controla a intensidade, o modo (contínuo ou pulsado), a frequência dos pulsos, a distância, o tempo em cada ponto e o espaçamento entre eles. No PlasmaSkin, a intensidade vai de 10 a 100% e o modo pulsado, de 1 a 6 pulsos por segundo.
O jato de plasma é um recurso ablativo superficial, usado em alterações da epiderme e da derme superficial. A evidência vem de séries de casos e estudos com poucos pacientes, com relatos de melhora estética e também de hiperpigmentação, hipopigmentação e vermelhidão prolongada em parte dos casos, além de relatos de queimadura e cicatriz quando a energia é excessiva. O resultado depende muito da seleção do paciente e da técnica.
As indicações mais comuns são:
O primeiro filtro é a regularização. Depois, compare controle de energia, ponteiras, segurança elétrica e suporte:
Antes de indicar o procedimento, avalie fototipo, histórico de cicatrização e medicamentos em uso. Contraindicações e situações que pedem cautela:
Antes da sessão, adie o procedimento se a pele estiver bronzeada ou com exposição solar recente. Depois, deixe as crostas caírem sozinhas e mantenha fotoproteção rigorosa nas semanas seguintes. Perto dos olhos, proteja o globo ocular e trabalhe só com formação específica.
O arco elétrico é fonte de ignição. A ficha técnica do PlasmaSkin informa que ele não é adequado para uso na presença de mistura anestésica inflamável com ar, oxigênio ou óxido nitroso, nem em ambiente rico em oxigênio. Se usar antisséptico com álcool, espere secar por completo antes de aplicar.
Médicos e outros profissionais de saúde e estética usam o jato de plasma, mas a técnica rompe a epiderme e exige conhecimento de cicatrização, fototipos e manejo de complicações. Os limites de atuação de cada categoria vêm das resoluções do conselho, que mudam com o tempo: confira a regra em vigor para a sua profissão antes de incluir o jato de plasma nos atendimentos. Manchas atípicas e lesões elevadas devem passar por avaliação médica antes de qualquer tratamento.
Dúvidas comuns
Os dois são ablativos, mas trabalham em escalas diferentes. O laser de CO₂ fracionado trata áreas amplas de forma uniforme, com profundidade e densidade definidas pelo scanner. O jato de plasma age ponto a ponto, mais na superfície, com um arco elétrico gerado em aparelho portátil, e se presta a áreas pequenas e delimitadas. Na Bioset, o laser de CO₂ fracionado é o LUNYA.
As marcas esperadas são temporárias: logo após a sessão ficam pontos de crosta, com vermelhidão e inchaço que variam conforme a área e a intensidade, e as crostas se desprendem sozinhas em alguns dias. Marca duradoura é um risco, e o mais comum é a hiperpigmentação pós-inflamatória, mais frequente em fototipos altos e em pele exposta ao sol; energia excessiva pode deixar hipopigmentação ou cicatriz. Fotoproteção e parâmetros conservadores reduzem esses riscos.
Sim. O aparelho de jato de plasma é um produto para saúde e precisa estar regularizado na ANVISA, por registro ou notificação conforme a classe de risco, para ser vendido no Brasil. Antes de comprar, peça o número ao fabricante ou ao revendedor e confira na consulta pública do site da agência. O PlasmaSkin, da Bioset, está regularizado na ANVISA. Usar aparelho sem regularização pode trazer problemas com a vigilância sanitária.
Pode ser usado em diferentes fototipos, mas o risco de alteração de pigmento cresce nas peles mais escuras. Nesses casos, faça teste em área pequena, use intensidade e densidade de pontos menores e reforce a fotoproteção antes e depois da sessão. Na dúvida, prefira sessões mais leves e mais espaçadas, observando a resposta da pele antes de avançar nos parâmetros.
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