Aparelhos de radiofrequência
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O aparelho de radiofrequência microagulhada combina dois estímulos controlados: microagulhas que entram na pele até uma profundidade programada e um pulso de radiofrequência que aquece a derme ao redor das agulhas. Formam-se pequenas colunas térmicas cercadas de pele íntegra, que acelera a recuperação, e o colágeno se remodela ao longo dos meses seguintes. Na linha Bioset, esse aparelho é o EMIVA, produzido na fábrica de Rio Claro (SP), que associa a radiofrequência microagulhada a LED vermelho e infravermelho.
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Limpar busca e filtrosTambém chamada de radiofrequência fracionada microagulhada ou microagulhamento com radiofrequência, a técnica usa uma ponteira com um conjunto de microagulhas. As agulhas entram na pele até a profundidade ajustada e só então a energia é liberada, o que concentra o calor na derme e reduz a exposição da epiderme ao aquecimento. Cada ponto deixa uma pequena zona de coagulação térmica, e a pele íntegra em volta serve de ponto de partida para a cicatrização.
Ao estímulo térmico soma-se o mecânico da microperfuração. Os dois disparam a resposta de reparo, com formação de colágeno e elastina nas semanas seguintes. O profissional controla a profundidade, a energia de cada pulso, o tempo de emissão e o ritmo de repetição.
No EMIVA, a radiofrequência trabalha em 1 MHz ou 2 MHz, com potência máxima de 100 W, profundidade de 0,2 a 2,5 mm na face e de 0,5 a 3,6 mm no corpo, modos manual e automático e sucção que pode ser desligada ou ajustada em seis níveis.
É uma tecnologia de remodelação dérmica, usada no rosto e no corpo. A profundidade acompanha a espessura da pele e o alvo: mais rasa para textura e poros, mais profunda para cicatrizes e flacidez.
As indicações mais frequentes são:
Além da radiofrequência, veja o que mais o equipamento oferece. O EMIVA é portátil, operado por tela touch screen, e traz LED vermelho (623 nm) e infravermelho (860 nm), o que permite incluir a fotobiomodulação no protocolo sem trocar de aparelho.
Nos critérios técnicos, observe:
Os cuidados são os de um procedimento que perfura a pele: antissepsia rigorosa, cartucho de agulhas de uso único e orientação de pós-procedimento. Vermelhidão e inchaço costumam durar poucos dias, e marcas pontuais podem aparecer. Fotoproteção e suspensão de ácidos até a liberação do profissional fazem parte do cuidado.
Contraindicações e situações que pedem avaliação:
Como as agulhas atravessam a epiderme, a técnica é um procedimento minimamente invasivo, e a autorização para realizá-lo varia entre as categorias profissionais. Antes de incluir o serviço na clínica, confira a resolução vigente do seu conselho sobre procedimentos com microagulhas. Com a habilitação confirmada, o treinamento no equipamento precisa cobrir o ajuste de profundidade por área, a antissepsia e a orientação do pós-procedimento.
Dúvidas comuns
A diferença é o calor. No microagulhamento convencional, o estímulo é só mecânico: as agulhas criam microcanais e a pele reage à lesão. Na radiofrequência microagulhada, as agulhas também conduzem energia elétrica, que aquece a derme ao redor delas. O estímulo térmico se soma ao mecânico, com profundidade e energia ajustadas no aparelho a cada área tratada.
Os estudos publicados usam, em geral, de 3 a 4 sessões, espaçadas de 4 a 6 semanas. Cicatrizes profundas podem pedir séries mais longas. Como a remodelação dérmica continua por meses, a avaliação final deve ser feita de 3 a 6 meses depois da última sessão, com fotografias padronizadas desde o início.
Sim, com parâmetros conservadores. Como a energia é liberada dentro da derme, a epiderme fica menos exposta ao calor do que em um laser ablativo, e isso reduz a chance de manchas. O risco de hiperpigmentação pós-inflamatória, porém, não é zero em fototipos altos. Teste em área pequena e fotoproteção rigorosa fazem parte do protocolo.
É o EMIVA, equipamento portátil de fabricação própria da Bioset. Ele reúne radiofrequência fracionada microagulhada em 1 MHz e 2 MHz, com profundidade de até 2,5 mm na face e até 3,6 mm no corpo, além de LED vermelho (623 nm) e infravermelho (860 nm). A operação é por tela touch screen, com modos manual e automático.
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